Ser mãe é a melhor coisa do mundo!!!
Sim é, mas cansa! E cansa muito!
A maternidade tem muitos dias cinzentos, não são só dias cor-de-rosa, como, quase, todas as mães apregoam aos sete ventos...
É difícil, leva-nos ao extremo, testa-nos constantemente (e raramente achamos que passamos nos testes com distinção, porque achamos que podíamos ser sempre melhores) e nunca, nunca tem dias de folga...
(Mesmo se não estamos com eles, estamos a pensar neles, ou que a sopa está a acabar, ou que temos de comprar mais fraldas, ou interiores, ou que nos esquecemos de deixar alguma coisa,que ele(a) nunca precisou, mas se calhar vai precisar logo hoje, que não está connosco, tipo a maquina dos aerossóis que ainda está dentro da caixa...)
A primeira viagem nesta aventura, no entanto, parece-me que é a pior, em termos de ansiedade, cansaço e culpabilização constante... Não porque os primeiros filhos sejam mais difíceis, ou complicados, mas porque as primeiras mães ainda são virgens (e eu até de signo, valha-me-Deus) nestas andanças...
É todo um mundo novo que nos engole e nos acolhe!
Antes de nascerem até podemos estar tranquilas e confiantes! Pensamos que estamos preparadas, lemos bastante, falamos com amigas veteranas, queremos muito, o que é que pode correr mal? Certo?
Mas...
Mas, há sempre um mas...
A mulher que somos no dia antes de termos o nosso bebé, não é a mesma que nasce com ele, no dia seguinte...
Não é só ele que surge pela primeira vez no mundo, nós também!
E todas as certezas que tínhamos estremecem, mesmo se somos as pessoas mais confiantes e esclarecidas do mundo...
E aquilo "que nos vendem" as outras mamãs nem sempre se aplica no nosso caso, vejamos alguns exemplos que na pratica, comigo, não se verificaram:
-Eu, ainda na maternidade, já distinguia o choro do meu/inha bebé, do choro dos outros!
(se alguma vez isso me tivesse acontecido nunca tinha feito xixi à pressa, sempre que ia à casa de banho, ou tomado banho em 2m...)
-Mal olhei para ele(a) chorei muito e senti logo um amor avassalador! (Eu não chorei quando vi a Inês, ou quando vi o Guilherme, fiquei, sim, aliviada de os ver cá fora e de os saber saudáveis, amo-os avassaladoramente, mas esse Amor desmesurado constrói-se todos os dias e continuará a crescer todos os dias da minha vida!)
-Sempre que ele(a) chora identifico o que quer! (Ui... Confesso que com o Guilherme foi bem mais fácil, mas porque a minha tolerância a choro de baby já estava muito maior, mas com a Inês de inicio era mesmo Totobola: -Deve ser fome, ah, afinal deve ser fralda molhada, ah afinal deve querer só colo, ah, então se calhar são cólicas, ah afinal deve ser mesmo fome... ou então, não...)
-Nunca tive dificuldade em vestir o meu/inha bebé! (Eles são pequenos, odeiam que os dispam, choram como se os tivéssemos a matar, ficam vermelhos como pimentos, prestes a explodir... No meio disto tudo encaracolam-se todos, tesos que nem bacalhaus, enquanto nós tentamos enfiar lá dentro pernas e braços minúsculos, cheios de medo de os magoarmos, tudo isto ao som de um choro agudo e agonizante, que não termina durante todo o processo... Há mais difícil do que isto???)
E sim, temos medo de não acordar quando eles precisam de nós, nos primeiros dias. (E depois passamos a vida a ver se eles estão a respirar, quando dormem profundamente e somos nós que nem dormimos...)
Achamos que vamos aguentar bem a dormir pouco e afinal, dormir é tão maravilhoso e surpresa, das surpresas, faz-nos mesmo MUITA falta... (Resultado andamos com olheiras mais escuras que pântanos e um humor de cão com sarna...)
Vivemos no pânico da primeira febre... (E maldizemos todos os episódios que vimos do Dr. House, que nos deixam, agora, a cabeça às voltas...)
A primeira vez que se engasgam a sério, pára-nos o coração, apesar de podermos saber bem (na teoria) o que temos de fazer. (E depois fazemos o que é suposto e pensamos que da próxima vez não vamos fazer a tempo e... e... e... Enfim, apanhamos um cagaço do caraças!!!)
A primeira vez que batem com a cabeça (mesmo que seja uma pequena batidinha) pensamos logo em traumatismo craniano e damos connosco a observar a reacção deles durante as próximas 48h e com medo que durmam a sesta do costume, apesar de estarem normalíssimos... (Isto tudo, enquanto pensamos de 5m em 5m a culpa foi minha, a culpa foi minha, a culpa foi minha...)
Queremos muito que aprendam a andar, mas ao mesmo tempo temos tanto medo que caiam e se magoem que temos que nos controlar, muito, para não andarmos sempre a dar-lhe a mão... (Eu ainda fui pior e comprei-lhe um capacete... E vou usar neste outra vez quando chegar a altura...)
Achamos que vamos saber respeitar o seu ritmo de crescimento, mas acabamos sempre por ficar preocupadas quando ele ainda não anda, não gatinha, não fala, ou não conta até 56766746566566, como o filho/a da nossa amiga... (E sentimos-nos estupidamente vaidosas quando é o contrário... Que estupidez, mas é verdade...)
A única parte que melhora com o segundo filho, terceiro, etc..., é que já sabemos que vamos passar por isto tudo e que sobrevivemos da primeira vez e que apesar de não sabermos tudo, não sermos perfeitas, os primeiros filhos também sobreviveram e até nos parecem, muito felizes!!!
E se não compensasse em larga escala, porque é que existe a vontade de repetir tudo outra vez? Hum?
terça-feira, 29 de abril de 2014
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Agora sim, sei o que é uma ramboia desavergonhada!!
Pensamento recorrente de solteiros felizes sem filhos:
"Ah e tal quando chegam os filhos a nossa vida fica uma seca, rotina, rotina e mais rotina... Perde-se o espírito da aventura e a vontade e disponibilidade de viver novas experiências radicais..."
A realidade:
Minha cama às 23h: Eu e dois gajos, um bastante mais novo!
Minha cama às 2h da manhã: Sai o gajo mais velho para entrar uma gaja mais nova!
Minha cama às 4h da manhã: A gaja mais nova sai e volta o gajo mais velho!
Minha cama às 6h30m da manhã até às 9h: Regressa a gaja mais nova e o gajo mais velho torna a sair...
(Pelo meio, de 3h/3h, o gajo (bastante) mais novo só pensa em mamas... Este nunca sai da cama!)
E é assim todas as noites...
Conseguem competir com isto? Hum? Hum?
"Ah e tal quando chegam os filhos a nossa vida fica uma seca, rotina, rotina e mais rotina... Perde-se o espírito da aventura e a vontade e disponibilidade de viver novas experiências radicais..."
A realidade:
Minha cama às 23h: Eu e dois gajos, um bastante mais novo!
Minha cama às 2h da manhã: Sai o gajo mais velho para entrar uma gaja mais nova!
Minha cama às 4h da manhã: A gaja mais nova sai e volta o gajo mais velho!
Minha cama às 6h30m da manhã até às 9h: Regressa a gaja mais nova e o gajo mais velho torna a sair...
(Pelo meio, de 3h/3h, o gajo (bastante) mais novo só pensa em mamas... Este nunca sai da cama!)
E é assim todas as noites...
Conseguem competir com isto? Hum? Hum?
segunda-feira, 31 de março de 2014
Quero o meu "calhálho"??????????
E quando a tua filha grita:
"-Quelo o meu calhálho!!!"
E tu sabes que ela não consegue dizer os "r" ficas francamente em pânico...
Depois de quase desmaiares, de te mortificares e de pensares onde raio ouviu ela isto...
Respiras fundo e pensas que agora a tua filha é daquelas criancinhas que dizem asneiras cabeludas e morres de vergonha...
:(((
Depois... Quando tudo parece negro e perdido...
Descobres que "calhálho" é na verdade aquário!!!
E passas uns bons 10 minutos a tentar ensinar-lhe a dizer a palavra correctamente antes que ela , um dia, entre numa loja de animais...
"-Quelo o meu calhálho!!!"
E tu sabes que ela não consegue dizer os "r" ficas francamente em pânico...
Depois de quase desmaiares, de te mortificares e de pensares onde raio ouviu ela isto...
Respiras fundo e pensas que agora a tua filha é daquelas criancinhas que dizem asneiras cabeludas e morres de vergonha...
:(((
Depois... Quando tudo parece negro e perdido...
Descobres que "calhálho" é na verdade aquário!!!
E passas uns bons 10 minutos a tentar ensinar-lhe a dizer a palavra correctamente antes que ela , um dia, entre numa loja de animais...
sexta-feira, 28 de março de 2014
E já se passaram 3 meses...
Ontem o Guilherme fez 3 meses, passou tão rápido e ao mesmo tempo parece que já estamos juntos há anos e que nunca houve uma vida antes deles...
O gordinho está quase com 8kg e 64cm, a estatura da mana aos 6 meses, acima do percentil 95 e ainda só a maminha!
Já tenta rebolar, sorri muito e palra o tempo todo! Adora levar tudo o que apanha à boca e gengivar, com fúria, as descobertas!
A Inês já experimentou algumas agruras de ter um pequeno irmão, levou com cócó de jacto em cima e bolsado na cara... Sim o mano "é quido" (como ela diz!) mas também "xuja a Inês..."
E rouba-lhe o colo muitas vezes, o que a leva a protestar, "mete o mano na cama dele, mãe..."
E quando choram os dois ao mesmo tempo é duro ter de optar por qual acudo primeiro, confesso...
Para além de que esta sinfonia de dois babys a esgoelarem-se todos dá cabo da cabeça (e dos nervos) a qualquer monge tibetano (quanto mais eu...).
E depois também é chato, para ela, o mano dormir tantas vezes por isso de vez em quando resolve acorda-lo com uma beijoca (sonora) acompanhada de um abraço apertado (leia-se gravata...)
Ou então, porque está aborrecida, bora lá pegar nos lápis de cor e pintar as paredes, enquanto a mãe muda a fralda ao mano...
As cólicas também nos têm acompanhado para tornar tudo mais interessante (p...t... que as pariu...) e agitarem um pouco este ambiente Zen (com dois babys, dois gatos e agora um peixe Kamikaze).
Sim, há momentos complicados, em que o stress e o cansaço parecem muito maiores que nós e que nos vão engolir...
Mas são momentos, efemeridades que passam e trazem outros melhores ou até mesmo maravilhosos!
E a maternidade também passa por isto, ter memória selectiva, reter os bons para não haver muito espaço para vivermos tão intensamente os maus!
O gordinho está quase com 8kg e 64cm, a estatura da mana aos 6 meses, acima do percentil 95 e ainda só a maminha!
Já tenta rebolar, sorri muito e palra o tempo todo! Adora levar tudo o que apanha à boca e gengivar, com fúria, as descobertas!
A Inês já experimentou algumas agruras de ter um pequeno irmão, levou com cócó de jacto em cima e bolsado na cara... Sim o mano "é quido" (como ela diz!) mas também "xuja a Inês..."
E rouba-lhe o colo muitas vezes, o que a leva a protestar, "mete o mano na cama dele, mãe..."
E quando choram os dois ao mesmo tempo é duro ter de optar por qual acudo primeiro, confesso...
Para além de que esta sinfonia de dois babys a esgoelarem-se todos dá cabo da cabeça (e dos nervos) a qualquer monge tibetano (quanto mais eu...).
E depois também é chato, para ela, o mano dormir tantas vezes por isso de vez em quando resolve acorda-lo com uma beijoca (sonora) acompanhada de um abraço apertado (leia-se gravata...)
Ou então, porque está aborrecida, bora lá pegar nos lápis de cor e pintar as paredes, enquanto a mãe muda a fralda ao mano...
As cólicas também nos têm acompanhado para tornar tudo mais interessante (p...t... que as pariu...) e agitarem um pouco este ambiente Zen (com dois babys, dois gatos e agora um peixe Kamikaze).
Sim, há momentos complicados, em que o stress e o cansaço parecem muito maiores que nós e que nos vão engolir...
Mas são momentos, efemeridades que passam e trazem outros melhores ou até mesmo maravilhosos!
E a maternidade também passa por isto, ter memória selectiva, reter os bons para não haver muito espaço para vivermos tão intensamente os maus!
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
"A multiplicação das fraldas!"
É incrível como a nossa vida muda constantemente e nós corremos sempre para conseguir acompanha-la!
Em 2010, ainda sem filhos, jamais imaginaria os meus dias em 2014 com 2 pequenicos a disputar o meu colo!
Ser mãe é aprender a ser tudo, mãe, amiga, professora, enfermeira, nutricionista, medica, palhaça, bombeira, policia, advogada, economista, malabarista, etc... E quando se está em casa é ser tudo isto 24horas por dia a multiplicar por 2.
A minha licença de maternidade do Guilherme, tendo a Inês presente (nos terrible two) é maravilhosa e esgotante ao mesmo tempo, há sempre um ao colo, um a chorar, um a exigir prioridade, fraldas a ser mudadas, a maquina de roupa non-stop e agora juntem a isto um casal de gatos destravados sempre a largar pelos, a tentar arranhar o sofá (a reclamarem atenção também para eles) a correrem desalmados pela casa, ou a miarem sem motivo às 3h da manhã...
Confesso, aprendi a saborear cada segundo de silêncio!
E descobri que é possível sobreviver-se com muito poucas horas de sono, todos os dias e ainda ter energia para andar de gatas pela casa a brincar aos cães e aos gatos!
É possível ter um baby na mama, ela a escarafunchar-me o umbigo e ainda conseguir falar com uma amiga ao telefone, ou fazer as compras do Continente online.
Dormir sem me mexer, no meio dos dois com um em cada braço noites seguidas, sem precisar de fisioterapia.
Pintar o cabelo enquanto eles dormem a sesta e arriscar ficar com o projecto a meio...
E é possível ter (alguma) sanidade mental quando um grita com cólicas e a outra berra porque quer o Pai Natal e estamos em Fevereiro...
Mas, apesar do cansaço e da loucura, não trocava nada dos meus dias de hoje pelos dias até 2010 e sempre me considerei uma pessoa feliz!
Porque além destas arestas todas há um circulo enorme que me envolve e os envolve, este Amor com letra grande!
As gargalhadas dela tão genuínas e os sorrisos dele tão puros!
O conforto da respiração deles quando adormecem na segurança do meu colo e respiram profundamente porque chegaram ao calor do ninho!
Abraça-los e saber que são meus e eu serei sempre, sempre deles, nesta vida e em todas!
Não há noite bem dormida que pague isto!
E depois há o olhar dela para ele, a tentar esticar a pequena asa de irmã (bebé) mais velha para tentar abriga-lo, os olhos de mel que o procuram mal acorda e o olhar dele que a procura mal escuta a voz dela! E nesse momento eu sei que lhes dei o presente mais poderoso e belo do mundo:
O Amor de se terem um ao outro!
P.S. Só um pequeno stress à parte, os baby-gajos mijam para cima e eu já levei com umas mijecas do gajito no trombil, ainda me diziam que era mais facil mudar fraldas aos meninos... Bah!!
Em 2010, ainda sem filhos, jamais imaginaria os meus dias em 2014 com 2 pequenicos a disputar o meu colo!
Ser mãe é aprender a ser tudo, mãe, amiga, professora, enfermeira, nutricionista, medica, palhaça, bombeira, policia, advogada, economista, malabarista, etc... E quando se está em casa é ser tudo isto 24horas por dia a multiplicar por 2.
A minha licença de maternidade do Guilherme, tendo a Inês presente (nos terrible two) é maravilhosa e esgotante ao mesmo tempo, há sempre um ao colo, um a chorar, um a exigir prioridade, fraldas a ser mudadas, a maquina de roupa non-stop e agora juntem a isto um casal de gatos destravados sempre a largar pelos, a tentar arranhar o sofá (a reclamarem atenção também para eles) a correrem desalmados pela casa, ou a miarem sem motivo às 3h da manhã...
Confesso, aprendi a saborear cada segundo de silêncio!
E descobri que é possível sobreviver-se com muito poucas horas de sono, todos os dias e ainda ter energia para andar de gatas pela casa a brincar aos cães e aos gatos!
É possível ter um baby na mama, ela a escarafunchar-me o umbigo e ainda conseguir falar com uma amiga ao telefone, ou fazer as compras do Continente online.
Dormir sem me mexer, no meio dos dois com um em cada braço noites seguidas, sem precisar de fisioterapia.
Pintar o cabelo enquanto eles dormem a sesta e arriscar ficar com o projecto a meio...
E é possível ter (alguma) sanidade mental quando um grita com cólicas e a outra berra porque quer o Pai Natal e estamos em Fevereiro...
Mas, apesar do cansaço e da loucura, não trocava nada dos meus dias de hoje pelos dias até 2010 e sempre me considerei uma pessoa feliz!
Porque além destas arestas todas há um circulo enorme que me envolve e os envolve, este Amor com letra grande!
As gargalhadas dela tão genuínas e os sorrisos dele tão puros!
O conforto da respiração deles quando adormecem na segurança do meu colo e respiram profundamente porque chegaram ao calor do ninho!
Abraça-los e saber que são meus e eu serei sempre, sempre deles, nesta vida e em todas!
Não há noite bem dormida que pague isto!
E depois há o olhar dela para ele, a tentar esticar a pequena asa de irmã (bebé) mais velha para tentar abriga-lo, os olhos de mel que o procuram mal acorda e o olhar dele que a procura mal escuta a voz dela! E nesse momento eu sei que lhes dei o presente mais poderoso e belo do mundo:
O Amor de se terem um ao outro!
P.S. Só um pequeno stress à parte, os baby-gajos mijam para cima e eu já levei com umas mijecas do gajito no trombil, ainda me diziam que era mais facil mudar fraldas aos meninos... Bah!!
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
O Guilherme já nasceu! Feliz ano para todoooooooooooosssssssssss!!!!!!!!!
No dia 12/10/2011, pelas 20h24m, tornei-me mãe da Inês e pensei que era impossível amar mais alguém com a mesma sofreguidão e alegria, porque amo-a em todos os segundos da minha vida, desde esse momento e creio que antes mesmo dela ser concebida já a amava...
Depois engravidei do Guilherme e percebi que o amor multiplica-se, não se divide, ou subtrai!
No dia 27/12/2013, pelas 15h38m, tornei-me mãe do Guilherme e a Inês tornou-se irmã do Guilherme e percebi que também já o amava antes mesmo de o ter concebido, porque um amor desta dimensão tem de existir há muito, muito tempo!
Sempre disse que na minha vida os anos ímpares são anos de concretizações e os anos pares anos de mudança (nem sempre fáceis, mas que a seu tempo se provam necessárias e positivas), penso que, talvez por isso, tanto a Inês, como o Guilherme tenham escolhido nascer em anos ímpares! :))
(No caso do Guilherme mesmo à tangente!)
Venham de lá as mudanças que 2014 planeia para mim, tenho a certeza que era impossível despedir-me de 2013 mais feliz e completa!
Um ano maravilhoso para todos nós!!!!!!!!
Depois engravidei do Guilherme e percebi que o amor multiplica-se, não se divide, ou subtrai!
No dia 27/12/2013, pelas 15h38m, tornei-me mãe do Guilherme e a Inês tornou-se irmã do Guilherme e percebi que também já o amava antes mesmo de o ter concebido, porque um amor desta dimensão tem de existir há muito, muito tempo!
Sempre disse que na minha vida os anos ímpares são anos de concretizações e os anos pares anos de mudança (nem sempre fáceis, mas que a seu tempo se provam necessárias e positivas), penso que, talvez por isso, tanto a Inês, como o Guilherme tenham escolhido nascer em anos ímpares! :))
(No caso do Guilherme mesmo à tangente!)
Venham de lá as mudanças que 2014 planeia para mim, tenho a certeza que era impossível despedir-me de 2013 mais feliz e completa!
Um ano maravilhoso para todos nós!!!!!!!!
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